E-commerce: O Que Você Precisa Saber

07/01/2020
Por cbbr
e-commerce

Não é novidade que com o passar do tempo as relações de consumo vêm sofrendo grandes mudanças. O e-commerce é um exemplo de sucesso que tem acompanhado os novos estilos de vida e garantindo muito mais comodidade e agilidade nas experiências de compra e aquisição de serviços.

Não é segredo que as formas de comunicação tiveram que ser reinventadas ou, no mínimo, readaptadas com o advento da internet. Como consequência disso, as pessoas passaram a buscar por resultados mais imediatos e uma vida com tempo muito mais otimizado.

É justamente neste cenário que o comércio eletrônico, ou e-commerce, se instalou e encontrou adesão e projeção, sobretudo nas novas gerações de consumidores, que prezam por qualidade, mas também por economia de tempo.

No ambiente online há espaço para todos os tipos e tamanho de comércios, já que é possível encontrar desde pequenos vendedores até verdadeiros shoppings em uma única plataforma.

O fato é que com este novo advento, o mercado teve que se reinventar para atender às novas demandas e proporcionar uma boa experiência de compra aos seus consumidores.

Se você está pensando em abrir um negócio online, existe uma série de fatores que devem ser sopesados para garantir o sucesso de seu negócio, desde logística ao atendimento pós-venda.

Para quem pretende utilizar a internet como canal de vendas, aumentar o poder de alcance de seu negócio e lucrar exponencialmente mais, preparamos um guia com informações pertinentes e que o auxiliarão a começar seu negócio online. Confira abaixo:

O Que é e-Commerce

O comércio eletrônico se designa como uma plataforma online onde os compradores/tomadores de serviços fazem suas compras de forma totalmente online.

Sendo assim, nessas plataformas há uma espécie de vitrine com os produtos disponibilizados e uma descrição de cada um deles.

Os consumidores podem visualizar fotos do produto, descrição, informações técnicas como medidas, peso e composição. Quanto mais completa for a descrição, melhor será a apresentação aos clientes.

Se o possível consumidor quiser finalizar a compra, ele pode adicionar a mercadoria a uma espécie de carrinho online, onde o produto fica armazenado digitalmente até que a compra seja finalizada.

Obviamente o pagamento também é feito de forma eletrônica, de forma que o consumidor possa optar pela forma que mais lhe convenha realizar o pagamento: por meio de boleto bancário, cartão de crédito etc.

Quando a compra é finalizada, cabe ao proprietário do site ou ao gerente responsável pela logística preparar o envio da mercadoria, que pode ser feito por correios, transportadoras ou até mesmo motoboys e serviços particulares de entrega.

É certo dizer que as lojas e os espaços físicos não perderam sua clientela, mas tiveram que dividir o espaço neste novo cenário mercadológico. Inclusive muitas lojas oferecem as vendas online complementarmente às vendas físicas. Geralmente isso ocorre com grandes empresas varejistas.

Tipos de e-Commerce

Assim como no comércio físico, o comércio eletrônico possui segmentos específicos e promovem suas vendas de diferentes maneiras.

As vendas atacadistas podem ser feitas de forma online assim como as vendas no varejo, ainda que não possuam uma relevância expressiva no país.

Veja abaixo os principais tipos de e-commerce adotados no Brasil:

B2B – Business to Business

Essa é uma modalidade que possui certo número de adeptos, mas não é tão popular no país.

Trata-se de um modelo de vendas feitos para revendedores, ou a famosa venda atacadista.

Assim sendo, existe uma série de particularidades que permeiam as vendas B2B, como a necessidade de um volume mínimo para que a compra seja efetuada; possíveis descontos a partir de determinado valor de compra etc.

Dessa forma, os compradores que irão adquirir produtos por meio de sites de fabricantes ou distribuidoras terão como objetivo o lucro, e não o consumo próprio.

B2C – Business to Consumer

Esta é, sem dúvidas, a maior modalidade de vendas na internet. Trata-se das vendas varejistas, que são feitas de vendedores aos consumidores finais.

Ou seja, o consumidor irá adquirir certo produto ou serviço para consumo próprio, e não visando lucros no modelo B2C.

C2C – Consumer to Consumer

Esta é uma modalidade de venda que se popularizou bastante no Brasil. Trata-se da modalidade C2C, ou seja, de consumidor a consumidor.

Neste caso estão inseridas as plataformas de venda onde qualquer pessoa pode anunciar e vender seus produtos a outros consumidores, configurando, portanto, a venda de consumidor a consumidor.

Os principais exemplos de vendas C2C no país são: Mercado Livre, OLX e Bom Negócio. No entanto, novas plataformas estão se proliferando.

Marketplaces

Os marketplaces operam como verdadeiros shoppings.

São sites que disponibilizam, usualmente, uma diversa gama de produtos, pois englobam diversas lojas e vendedores sob sua administração.

Os maiores exemplos de marketplaces no país são: Americanas, Submarino e Amazon, onde o consumidor pode adquirir desde roupas e livros a ferramentas e eletrônicos, passando por utilidades domésticas e papelaria no mesmo ambiente virtual.

Controle de Estoque

Este é um ponto bastante óbvio, mas também é onde muitas empresas acabam pecando.

Posto isso, é de suma importância decidir como será gerido o controle de estoque: por você mesmo, ou terceirizado.

A principal vantagem de administrar seu próprio estoque e almoxarifado é o controle que você obterá sobre os negócios. No entanto, esta é uma preocupação a mais que você pode não conseguir lidar se o volume de vendas for muito alto ou se você lidar com mercadorias muito grandes e pesadas.

Por exemplo, se você opera em um mercado de joias ou de óculos, o mais sensato a se fazer, a priori, é gerir seu próprio estoque, já que mesmo que o estoque possua bastante produto, o manuseamento não é difícil pois são produtos pequenos.

O inverso ocorre se pensarmos em uma loja atacadista de peças automotivas. Certamente as compras B2B são mais volumosas e as peças tendem a ser mais pesadas. Nesta situação, o mais racional é optar por terceirizar o estoque.

No entanto, o mais importante é observar o seu volume de vendas para que você possa optar pela modalidade que melhor tende às suas necessidades.

Caso precise de impressão de etiquetas de códigos de barras em seu controle de estoque, podemos ajudá-lo.

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