Como aumentar suas vendas com códigos de barras

14/11/2019
Por cbbr
código de barras escaneado

Se você é varejista, distribuidor ou fabricante está na hora de descobrir como aumentar suas vendas colocando código de barras em seus produtos.

Você já deve ter passado por uma situação como a que vamos descrever. Você passa em frente ao supermercado e lembra que precisa comprar alguns itens. Como já está por ali, aproveita para entrar e se livrar de mais uma tarefa e valorizar o seu tempo.

Você entra no supermercado decidido a realizar as compras, porém, ao se deparar com o tamanho das filas dos caixas, você simplesmente desiste, porque a sua ideia de otimizar seu tempo nãoserá concretizada, porque o tempo previsto de espera na fila do caixa inviabilizará seu projeto.

Quem sai perdendo com essa situação? Certamente, o maior prejudicado é o estabelecimento comercial, que perde uma venda por oferecer um atendimento precário. Em plena era do comércio digital, em que as pessoas recebem praticidade, simplicidade e conveniência nas compras online, cada vez menos consumidores aceitam ter que esperar uma eternidade para efetuar o pagamento das mercadorias no caixa do supermercado.

O problema maior, no entanto, é que a má impressão deixada pelas enormes filas do caixa fará com que você evite aquele estabelecimento, já prevendo que seu tempo não é um ativo valorizado pela marca. Para piorar, você ainda comentará sua experiência com outras pessoas, o que contribuirá para a geração de uma má reputação para aquele estabelecimento.

Estamos falando, pois, de uma perda de vendas em cadeia, gerada por uma única experiência ruim de um consumidor. Imagine isso multiplicado por centenas de consumidores.

Efetivamente, a má experiência proporcionada ao consumidor é decorrente de um problema que precisa ser equacionado por uma empresa de varejo.

A verdade é que as margens no varejo de bens de consumo, como alimentos, cosméticos e bebidas, são pequenas. Todo custo de serviço e atendimento concorre para que essas margens fiquem ainda mais reduzidas. Diante disso, nem é preciso dizer que muitos supermercados procuram reduzir esses custos por meio da redução de pessoal.

Uma das medidas nesse sentido é reduzir o número de atendentes de caixa, o que acaba por gerar precariedade no atendimento, criando um círculo vicioso de queda na qualidade do atendimento, que gera insatisfação, que gera abandono, que gera propaganda negativa e, no final desse processo, menos vendas para o estabelecimento.

O fantástico mundo dos leitores de código de barras

Nem faz tanto tempo, a cena se repetia nos bancos e, quem viveu o drama, sabe que era muito pior do que a fila do supermercado, porque da fila do banco era praticamente impossível escapar.

Você chegava à agência para efetuar um pagamento e se deparava com filas quilométricas, que era necessário perguntar ao segurança em qual fila você deveria entrar. Os mais espertos encontravam um jeito de escolher uma data em que conciliassem o vencimento de todas as contas, que é para passar por aquele sofrimento uma única vez no mês.

Há uma explicação fácil para isso. É que, como sabemos, havia, há até pouco tempo, um pequeno número de instituições financeiras que controlava todo o serviço bancário em escala nacional. Diante disso, o banco não se sentia incomodado em proporcionar um péssimo atendimento aos seus clientes, porque a grande verdade é que esses últimos não tinham muitas alternativas.

Mesmo assim, os bancos perceberam nos caixas eletrônicos uma oportunidade de, ao mesmo tempo, melhorar o atendimento ao cliente e gerar economia, uma vez que o atendimento eletrônico dispensava a necessidade de trabalho humano.

Sendo assim, os clientes ganharam uma nova opção para realizarem saques, efetuarem depósitos e pagamentos, além de fazerem transferências.

O problema com relação a efetuar pagamentos no caixa eletrônico era ter que digitar o código do boleto bancário, o que acarretava erros e, consequentemente, longas filas no caixa eletrônico.

Ao mesmo tempo, surgiu o Banco 24 horas, um serviço importante oferecido ao consumidor, já que, para efetuar um saque, bastava ir a uma unidade do Banco 24 horas e fazer a operação eletronicamente, aliviando a demanda pelos caixas eletrônicos dos bancos.

Perceba como a tecnologia vai refinando os serviços e melhorando a vida do consumidor. A fila do banco ainda não ficou no passado, mas enfrentá-la é uma escolha nos dias atuais.

O internet banking foi um novo passo para chegarmos ao estágio atual. No começo, era mais uma fonte de consulta. Posteriormente, tornou-se possível efetuar transferências, fazer investimentos e pagar contas. Quanto a pagar contas, o processo era o mesmo do caixa eletrônico. Você digitava o código do boleto bancário, que era reconhecido pelo sistema. Você, então, efetuava o pagamento.

Em todos os casos, havia um problema, que era ter que digitar o código de barras, que requeria certas habilidades visuais e mecânicas do usuário, de modo que nem sempre as coisas davam certo.

Diante disso, temos outra situação pela qual você também já pode ter passado. Você fazia uma compra pela internet para efetuar o pagamento à vista no boleto bancário. A loja virtual enviava, então, o boleto para o seu e-mail.

Sua tarefa consistia em imprimir o boleto, ir até o banco e pagar no caixa eletrônico. O problema é que muitas coisas podiam acontecer entre a compra e a realização do pagamento. A impressora podia dar defeito, você podia simplesmente não ter uma ou postergar o pagamento, já que o boleto estava ali, comodamente, impresso na sua tela de e-mail. Você podia, enfim, imprimir o boleto e acabar esquecendo-se de efetuar o pagamento.

Enfim, mais uma vez quem saía perdendo era o lojista, pois era bem possível que você desistisse da compra, optando por um processo mais tradicional, efetuando-a em uma loja física.

É nesse contexto que surge o leitor de códigos de barras, que transforma completamente o papel daquele recurso nos processos empresariais, trazendo benefícios à vida do consumidor.

Como o leitor de códigos de barras beneficia empresas e consumidores

aprendendo sobre códigos

Com o leitor de códigos de barras, o benefício vai muito além da praticidade entregue ao consumidor. As empresas vão ser beneficiadas com variáveis como:

– economia de custos;

– automação de processos;

– aumento da satisfação, retenção e fidelização de clientes;

– incremento da lucratividade dos negócios;

– aumento das vendas.

Vamos voltar àquela situação da qual falamos lá no princípio, para compreendermos de que forma o consumidor é beneficiado e, com isso, as empresas saem ganhando.

Vamos colocar na rotina daquele supermercado o leitor de códigos de barras integrado ao sistema de frente de caixa, que é aquele que já existia, mas em que o caixa tinha que digitar o código dos produtos e, muitas vezes, o preço. Eis a razão da morosidade no atendimento.

Tal processo estava sempre sujeito a erros humanos e era comum você ver a fila ficar paralisada enquanto o caixa esperava que um supervisor entrasse com a sua senha para fazer um estorno.

Com o leitor de códigos de barras, tudo ficou muito mais simples e prático. O caixa passa o código sobre o leitor e as informações são capturadas diretamente para o sistema, fazendo automaticamente a soma.

Com isso, além de tornar-se o processo mais ágil, o erro humano é praticamente eliminado. Em consequência disso, o atendimento acelera, a fila anda e o cliente fica mais satisfeito. Sem aquelas filas demoradas, o cliente se sente motivado a ir ao supermercado para fazer pequenas compras, pois não vai perder metade de sua vida na fila do caixa. Consequentemente, teremos o aumento das vendas, sem que para isso seja necessário aumentar os custos operacionais e administrativos.

O mesmo vai acontecer com as filas dos bancos e dos caixas eletrônicos. Agora, basta posicionar o código de barras diante do leitor e o sistema reconhece o boleto e a instituição bancária emissora, tornando o processo mais ágil e prático. Com isso, diminuem as filas no caixa tradicional e no caixa eletrônico.

Além disso, agora podemos efetuar os pagamentos sem sair de casa, com a mesma praticidade. É que os modernos celulares possuem leitores de código. Sendo assim, é possível você fazer a mesma operação de pagamento usando o dispositivo móvel, o leitor e o aplicativo do seu banco.

Ganha o usuário, que vê seu tempo valorizado, ganha o banco, que, ao disponibilizar o serviço eletrônico, consegue enxugar mais sua estrutura e, com isso, reduzir custos, e ganha aquele lojista virtual, que perdeu uma venda porque o cliente não conseguiu pagar o boleto a tempo e decidiu comprar o produto na loja física do concorrente.

Bom, para o lojista virtual, a novidade tecnológica trouxe, também, aumento das vendas, pois a praticidade trazida pela disseminação dos leitores de códigos de barras encoraja cada vez mais pessoas a comprarem online por meio de boleto.

O código de barras e o ambiente omnichannel de negócios

qr code

Voltando ao supermercado, mas ampliando o leque a toda rede varejista, a tecnologia de código de barras ganha uma nova importância num ambiente de negócios e consumo ominchannel.

Antes, porém, vamos voltar aquele bom e velho supermercado, cujas características do negócio não contribuem para um atendimento personalizado.

Isso significa que você, quando entra em um supermercado, nunca tem com quem esclarecer suas dúvidas.

O pior de tudo é que tem alguns produtos sem indicação de preço. Para atenuar esse problema, os supermercados já estão disponibilizando leitores de código para que os clientes possam verificar o preço, evitando, assim, que deixem de levar o produto.

Convenhamos que é uma medida um tanto quanto paliativa, uma vez que seria melhor que os preços estivessem claramente indicados, evitando que o cliente tenha que fazer o esforço de procurar o leitor.

Tudo muda de figura, no entanto, quando entra em cena o QR code, que são as barras em 2D. O código QR permite o armazenamento de um número muito maior de informações. Inclusive, pode ser integrado com um sistema, como aquele do caixa, em que seja possível acessar o mostruário de produtos, com as respectivas informações, inclusive aquelas que constam no rótulo, mas que você só consegue ler com lente de aumento.

Não será por falta de informações que você deixará de levar o produto. Ganham as empresas de varejo, que, ao mesmo tempo, melhoram a experiência do cliente, ganhando pontos com o mesmo, e aumentam as perspectivas de vendas.

O ambiente de consumo omnichannel é produto de duas variáveis:

– inovações tecnológicas;

– mudança de comportamento do consumidor.

Parece que essas duas variáveis se retroalimentam. Quanto mais as inovações tecnológicas melhoram a experiência do consumidor, mais exigente ele se torna. Para atender a um consumidor cada vez mais consciente de seus direitos e exigente quanto à qualidade dos serviços, o mercado gera novas soluções tecnológicas.

O consumidor dos dias atuais já não mais reconhece a barreira entre o consumo tradicional e o consumo digital. Seu processo de compra consiste em buscar informações sobre os produtos, comparar itens e preços, experimentar e comprar.

Nesse ambiente, é bem possível que o consumidor leia informações sobre determinado produto na internet e decida comprá-lo na loja virtual. Quando esse produto é um artigo de moda, ele pode, diferentemente, ir à loja para experimentá-lo. Se o preço da compra virtual sair mais em conta, ele entra no site e compra. Ninguém saiu perdendo, pois ele comprou o produto da mesma empresa, só que descontado.

A experiência pode ocorrer toda no PDV quando você utiliza o código de barras, particularmente, o código QR. Ao colocar o QR nos produtos, o cliente poderá fazer a leitura com o seu smartphone e ser direcionado à página do produto, que pode, inclusive, ter pequenos vídeos, enriquecendo ainda mais a informação.

Nem é preciso dizer que a possibilidade de que o cliente compre é muito maior. Ponto para o varejista. Melhor ainda se a página a que o cliente seja direcionado seja a do e-commerce, onde ele possa comprar o produto mais barato, vencendo uma eventual resistência por conta do preço do produto.

No ambiente de consumo omnichannel, o cliente decide onde e como comprar. Portanto, é preciso estar atento às características comportamentais do novo consumidor para incrementar as vendas.

Beneficiando toda a cadeia de valor

Se o lojista vende, toda a cadeia de valor ganha. Ganha o distribuidor, ganha o fabricante e também a transportadora, com o incremento das vendas e consequente aumento de pedidos.

Depois dos contêineres e das empilhadeiras, a leitura de código de barras foi o maior benefício para a rede de logística.

A conferência de mercadorias e o controle de armazenagem e estoque tornaram-se processos muito mais ágeis. Da mesma forma, ficou mais fácil integrar a cadeia de suprimentos e rastrear mercadorias em trânsito.

Vamos dar um exemplo, para que possamos concluir essa abordagem. Você é distribuidor e recebe um pedido do varejista de certa quantidade de um determinado item. Ao receber esse produto do fabricante, você, por meio da leitura de códigos de barras, havia capturado as informações para o seu sistema por lotes, sem precisar conferir item a item.

Esperamos que ao gerar essa informação para o sistema, você tenha incluído no módulo do produto a localização exata de cada lote no estoque.

Quando você recebe o pedido do varejista, você entra no sistema, confere a disponibilidade dos itens, dá baixa no estoque e despacha o pedido para a expedição com informações precisas, conferindo agilidade a todo o processo.

Tudo isso vai impactar positivamente as vendas de toda a cadeia, por uma razão muito simples. Com a melhora dos controles de estoque e processos mais rápidos, a consequência natural é que ninguém perca vendas por falta de abastecimento das prateleiras.

Fica fácil entender por que contêineres, empilhadeiras e códigos de barras formam uma parceria poderosa para a cadeia de valor de um produto, não fica

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